LÍDER ASSERTIVO: VALORES, HABILIDADES E ESTRATÉGIAS




Nestes tempos de Empresas Ágeis, é preciso que os chefes cuidem de alavancar sua carreira e aprendam a exercer a liderança de forma assertiva para que possam ajudar suas equipes a alcançar resultados excelentes.

Novas estratégias e habilidades devem ser aprendidas para atuar em empresas enxutas (lean organizations) onde são colocados em segundo plano a hierarquia, os processos inflexíveis, os controles e a descrição de cargos e funções. A velocidade, economia de recursos e satisfação dos clientes são mais importantes.

O líder em uma empresa contemporânea é também um chefe a quem foram atribuídas responsabilidades para que as metas sejam cumpridas. Ele fará isso desenvolvendo as competências e o empowerment de seus subordinados e equipes; entretanto não poderá abdicar do uso do poder. Será assertivo para garantir a correção dos desvios relativos ao cumprimento das metas, qualidade dos processos e comportamentos harmônicos com os valores da empresa.

Três valores de um líder assertivo


1 – Vocação para liderar: Superar os paradigmas de um técnico altamente qualificado,

MUDANÇA, PARÁLISE, MOSQUITOS E O RABO DO CACHORRO



Dois mosquitos sobrevoavam um campo de nudismo e um disse para o outro: “Não é que eu não saiba exatamente o que fazer, o problema é que não sei por onde começar”. Os executivos vivem hoje problema semelhante quando sabem muito bem que precisam cuidar do desenvolvimento de suas equipes, aperfeiçoamento de suas estruturas, criação de estratégias inovadoras e implantação de programas de qualidade competitiva; só não sabem por onde começar.

A solução é simples e os métodos, técnicas e ferramentas já foram descritos por Deming, Juran,

GESTÃO DE DESEMPENHO: METAS, RESULTADOS E COMPETÊNCIAS

A Gestão de Desempenhos precisa dar contribuições às empresas Ágeis. Nelas, as interações chefes e subordinados são mais importantes do que formulários; resultados são estabelecidos através de negociações equilibrando metas, recursos e competências. Planos são flexíveis; as estruturas departamentais são ultrapassadas por redes resilientes a cada mudança das demandas dos clientes.

Neste mundo VUCA, as avaliações de desempenho tradicionais e padronizadas para toda a empresa não respondem à volatilidade e à incerteza que obrigam os gestores a concentrarem-se meta a meta, com foco nas estratégias empresariais, e nas decisões complexas, conectadas e interdependentes. Estas ambiguidades criam novos cenários e é dos líderes e não da área de Recursos Humanos a tarefa do desenvolvimento multidisciplinar das competências e dos potenciais de suas equipes.

A moderna estrutura da gestão do desempenho independe do organograma: são células formadas por uma rede cujo nós são a relação meta-responsável-superior; os resultados focados nos objetivos estratégicos da empresa, aperfeiçoados continua e permanentemente por indicadores mensuráveis através de feedbacks e coaching dos gestores.